Acção!! Tecnologias no ensino…

 

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Zac Browser

Amigos, 

O professor Mário Cruz falou disto nas aulas e deixou-me com vontade de procurar. Infelizmente, que eu saiba, e fartei-me de procurar, não há ainda em Portugal…

É uma ferramenta desenvolvida para ser utilizada por crianças com autismo ou perturbações do espectro do autismo, ainda só disponível em Inglês, Espanhol e Francês.

Esta ferramenta foi desenvolvida pelo avô de um menino, Zackary Villeneuve, que sofre deste problema.

Centrado essencialmente nas interacções infantis (nomeadamente com muitos jogos que apelam a interesses variados), o sítio que o divulga oferece também um espaço para pais e educadores.

Pode ser descarregado e instalado sem custos.

O sítio propõe ainda uma interface de pesquisa / directório específicos sobre a temática em questão (estes em versão inglesa, apenas).

Para fazer download gratuito: http://www.zacbrowser.com/

Isto é mesmo serviço público e desinteressado.

Alguém se oferece para ajudar a traduzir? Poder-se-ia criar uma equipa de trabalho voluntário, contactar a equipa americana e começar a desenvolver o projecto. Que me dizem?

Para saberem mais:

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Domótica

Um dos temas abordados nas aulas foi a Domótica, área que sempre me interessou e que é extremamente importante e pode revolucionar a vida de qualquer pessoa que tenha algum tipo de dificuldade que iniba alguns aspectos da vida quotidiana.

 

 

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Born this way

Todos nascemos como nascemos e sermos diferentes faz parte da nossa especificidade. Nada na natureza é igual ou encaixa totalmente num molde. Por que haveriam os humanos de ser diferentes? É bom que sejamos todos diferentes e que todos vejamos os nossos direitos respeitados. 

Frequentemente mostro este vídeo nas aulas. Embora seja uma versão da canção da Lady Gaga, a forma como cada um dos elementos se apresenta, vestindo uma t-shirt onde está estampada a sua diferença, por vezes coisas risíveis, mas que são alvo de chacota entre os pares, é fabulosa.

Da série Glee

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Somos mais parecidos do que diferentes

 

Apesar de este ser um blogue direccionado para os temas abordados nas aulas de TIC, há outras ideias que são interessantes. Aliás, neste tema tudo é interessante. O filmezinho acima emocionou-me bastante. É triste que ainda existam pessoas que gozam com os outros por serem diferentes. Não somos todos diferentes? Não temos todos algum tipo de défice, algum atraso, algo que nos faz diferentes de todos os outros e, por isso, únicos? Se é verdade que concordo com o título (Somos mais parecidos do que diferentes), penso que todos somos mais diferentes e ao mesmo tempo mais parecidos do que pensamos…

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Desenho Universal

O Desenho Universal, do qual eu nunca tinha ouvido falar, é uma filosofia que defende que os objectos, ambientes e serviços devem ser pensados e desenhados para que todos os públicos os usem ou deles usufruam sem dificuldades impostas pelas suas limitações físicas ou intelectuais.
No ensino, Desenho Universal para a Aprendizagem (UDL) é responsabilidade de todos os professores, já que este conceito não abrange apenas os alunos da educação especial mas todos. Afinal, todos, com dificuldades ou não, temos necessidades especiais, já que todos aprendemos de formas diferentes. No vídeo abaixo vemos que há tantas formas de aprendizagem como há impressões digitais…
A ideia deste conceito é que todos os alunos tenham iguais oportunidades de atingir o sucesso.

Achei este tema extremamente interessante, já que é aplicado a tudo o que se passa à nossa volta e tem como objectivo melhorar/ facilitar a vida de todos.

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Aula sobre tecnologias de apoio ou tecnologias assistivas

Ora aqui vai um excelente esclarecimento:

 

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Sistemas de signos

No dia 24 de Março foram abordados os sistemas de signos, algo que será aprofundado mais tarde, nas aulas de Sistemas Aumentativos e Alternativos para a Comunicação. Para já, percebi que existem três sistemas:


– O Sistema PIC
(Pictogramas Ideogramas para a Comunicação), que consiste em sinais brancos sobre fundo negro.

O Pictogram Ideogram Communication foi concebido nos anos 80,  no Canadá, por Subhas, C. Visava possibilitar a comunicação e estimular as capacidades de percepção e conceptualização de indivíduos deficientes mentais, que não tinham manifestado ganhos significativos com o sistema Bliss (falarei deste sistema mais adiante).

Os sinais do PIC são distribuídos por pranchas de comunicação segundo uma organização semântica. Estes desenhos são semelhantes a sinais do ambiente comunitário e destinam-se a indivíduos que apresentem dificuldades de visão, visto que o branco sobre o preto cria um maior contraste. A sua grande desvantagem é o facto de ter um leque reduzido de símbolos. Os símbolos portugueses são cerca de 400. Estão divididos por categorias semânticas (pessoas, partes do corpo, casa, comida, animais…)  A palavra relativa ao símbolo aparece escrita a branco por cima do símbolo.

Eis um exemplo:  

                                        Image

– O Sistema SPC, que consiste em símbolos pictográficos, isto é, relacionados com o desenho das figuras que representam, sendo por isso indicado em  casos em que é esperado um nível simples de linguagem expressiva, vocabulário limitado e estruturas de frases curtas. Podem ser utilizados juntamente com fotos, desenhos próprios e figuras de revistas.

Sendo essencialmente uma biblioteca de símbolos, o sistema SPC permite a realização rápida e simples de tabelas e quadros de comunicação adaptados às necessidades de cada utilizador.

– O Sistema BLISS, que consiste em símbolos feitos de formas geométricas, que representam representam conceitos simples ou complexos, por exemplo: caixa + olhar + ouvir + eletricidade = televisão. Apesar da sua vasta possibilidade de combinações, a sua aprendizagem é mais lenta e exige maior desempenho cognitivo, uma vez que se trata de um sistema mais abstracto.

Para terminar, aqui ficam imagens de como a tecnologia pode fazer toda a diferença na felicidade de quem necessita de outras formas de comunicar:

 

 

 

 
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Juntos faremos cair o muro contra o autismo

Este vídeo é sobre a luta contra o autismo, mas poderia aplicar-se a todas as Necessidades Educativas Especiais. Para a total inclusão das pessoas com quem a natureza foi criativa, todos somos precisos. Todos fazemos parte das suas vidas, ainda que não as conheçamos. Se eu fizer um pequeno esforço aqui, no meu pequeno cantinho, posso estar a contribuir para a melhoria de condições de alguém do outro lado do mundo… A qualidade de vida dos seres humanos, de qualquer ser humano, tem que ser um objectivo comum de todos.

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A importância das tecnologias para uma vida inclusiva

«Para a maioria das pessoas a tecnologia torna a vida mais fácil, para a pessoa deficiente a tecnologia torna a vida possível» (Sanches, 1991)

Embora de 1991, esta frase encerra em si tudo o que a tecnologia significa para quem não tem outros meios de se fazer entender e, assim, levar uma vida feliz.

Para que a inclusão seja total e as pessoas não sejam rotuladas como deficientes, é necessário, desde logo dar-lhes armas, tão cedo quanto possível, para que possam adquirir competências nas suas áreas fortes. Deste modo, uma pessoa com algumas dificuldades pode notabilizar-se por ser excelente em alguma área, o que, além de ser bom para o seu ego, leva os seus pares a vê-lo como um ser válido.
Um dos recursos a que um professor pode recorrer é o Facebook. Embora considerada por alguns como pouco ortodoxa, esta rede social ou outras similares permitem:

A criação de uma comunidade de aprendizagem para a escola, turma ou disciplina;
A partilha de informações e ideias com outros profissionais e especialistas, sobre os temas abordados na sala de aula;
Aprender sobre redes sociais;
A criação de um canal de comunicação entre estudantes de diferentes escolas, regiões, países e culturas e com interesses em comum.

Embora a utilização das redes socias na educação ainda seja um tema polémico para muitos professores e educadores, este pode ser um meio facilitador do contacto entre pessoas diferentes e pode potenciar as capacidades de algumas pessoas portadoras de deficiência.

A utilização das redes sociais em sala de aula pode ser difícil, visto que algumas escolas proibem o acesso dos estudantes para os proteger de eventuais problemas ou para impedir que se desconcentrem, sem ter em consideração que todos precisam de aprender a utilizar esses recursos de forma adequada e responsável, reconhecendo quais são os comportamentos aceitavéis e os não aceitáveis.

Claro que há que ter cuidados:

Facemoods

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